Roda a roda
E com ela meu penar
Pena viva e morta em cada ‘eu’ que busco
Busca mais que incessante, busca notória de ser eu
O eu que busco por dias, no espaço.
E chove, uma chuva levante, braço,
carrega...
Vou e fui por vezes assim.
Um mero barquinho sem prumo e cais
E o amanhã pode ser o fim
Ou o começo? Hoje talvez...
Gostar é forte, mas eu admiro, deleito-me enfim
E resta algo à mais? Aproveite-me, diz meu dia
E assim o fiz, faço!
E se é o que me resta, residir em cada segundo e tempo
Amar a cor do céu e degustá-la, saber seu sabor
fomentar mais e mais, sede incandescente de um pescador
um admirador transitivo ou qualquer outra coisa
eu me reservo a isso, a apenas tudo isso.
Se quiser me acompanhar vai aqui minha admoestação:
Siga-me, mas cuidado!
Linhas tortas à vista...
.
Perfeito...
ResponderExcluirE pra variar.. nada haver com essa longa vida adormecida nas asas do tempo, nosso tempo que é instante.
=D
Tô sem palavras...
ResponderExcluiramei o texto
tá perfeito!
Sei lá... quando eu lí, parece que era eu mesma que tinha escrito. Não que eu escreva tão bem, mas é que o texto diz aquilo que eu não consigo dizer...
"Se quiser me acompanhar vai aqui minha admoestação:
ResponderExcluirSiga-me, mas cuidado!
Linhas tortas à vista..."
Não há porque duvidar rsrs =)