Em meio a alma empoeirada, eis o bolso exposto, a sentir.

17 de jul. de 2009

Pouso em repouso

Nada de datas, e sim dias, vários...
E enquanto o mundo gira, vira, fica de ponta cabeça, eu paro, só admiro.Com palmas, descanso e deleite...
Dias estes regados a olhos em encontro constante, mãos, nuca e pitadas únicas, idas e vindas à algum lugar, à qualquer lugar...
Prazer encontro em uma flor ao desabrochar, e cuido dela. Admiro o sol justo e amoroso com seu tapete que emprestas. Planejo a chegada, azul como o que vejo acima.
E dias se resumem à doce, um pouco de tempero e paz...

E busco isso em cada despontar de raios ou chuva, porque assim, só assim, o meu pouso será findado, feliz, tranquilo, amado.

e ainda tens dúvida, mar meu, que és a minha chegada?.

2 comentários:

  1. sem perder jamais a continuidade das palavras.

    mto showw...

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  2. Paulo Cézar18/8/09

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Mais alguns minutos expostos...